Treinadores apoiam limite de troca no Brasileirão e cobram mais medidas

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O Sitresfesp (Sindicato dos Treinadores de Futebol do Estado de São Paulo) ouviu profissionais e comemorou a decisão na CBF, por maioria, de apenas uma troca de treinador dentro do Campeonato Brasileiro (Série A e B). Mas alerta para a necessidade do pagamento integral da rescisão no momento em que ela é feita.

“Espero que venha junto da obrigatoriedade o cumprimento dos compromissos e que essa troca só seja permitida mediante o pagamento do treinador. É o primeiro passo para moralizar essa falta de critério”, disse o técnico Moacir Jr, que engrossa o coro de outros companheiros. “Minha única preocupação é com o não pagamento daqueles que forem demitidos”, alerta Vinícius Eutrópio.

A nova medida da CBF garante que um clube demita apenas dois técnicos ao longo do Brasileiro (Foto: Divulgação/Cesar Greco)

Para Tarcísio Pugliese, a restrição ainda pode evoluir. “Diminuir esse número de trocas gera uma responsabilidade e cuidado maiores nas contratações que, sendo bem feitas, irão resultar em uma evolução significativa para o nosso jogo”, disse o técnico, na mesma linha de raciocínio de Mazola Jr. “Vem uma melhora técnica, o treinador vai arriscar mais e qualificar o espetáculo. Espero que aconteça nas séries C e D também”.

Marcelo Martelotte acredita que é o início de uma mudança cultural. “Espero que, bem executada , essa seja uma regra que transforme uma cultura , que é muito prejudicial para a evolução do nosso futebol . A ideia inicial é positiva e com pontos a serem aperfeiçoados no futuro “, analisa Martelotte, que tem o apoio do presidente do Sitrefesp, Emilio Miranda, disposto a fazer parte dessa construção. “Estamos juntos para a melhoria desta resolução”.

O técnico Sérgio Soares lembra que essa é uma conquista importante, de uma luta que vem sendo travada desde 2016. Agora, o foco de quem comanda e do próprio treinador do clube será outro. “O dirigente terá mais critério para ver o perfil do treinador que cabe dentro do seu elenco e nós vamos poder passar a fase difícil, oportunidade de dar continuidade ao trabalho”. Vinícius Eutrópior ainda reforça. “Parece que restringe, mas não. Vai abrir espaço para outros treinadores, já que alguns trabalham até em quatro clubes numa temporada e bloqueia para outros”.

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