Reforma do Pacaembu tem início com demolição do tobogã

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A terça-feira, 29, começou com gosto amargo para os fãs de futebol na capital paulista. O tobogã, como é conhecido um setor da arquibancada do Estádio do Pacaembu, iniciou seu processo de demolição. A obra é parte da reforma no local, definida após a concessão privada para a empresa Allegra Pacaembu, assinada pelo ex-prefeito da capital paulista Bruno Covas (PSDB), em setembro de 2019.

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O projeto prevê a retirada do tobogã (Sol Camacho/Escritório Raddar/Veja SP)Sol Camacho/Escritório Raddar/Veja SP/.

A decisão de construir o Complexo Pacaembu acarretou na destruição de um dos mais tradicionais pedaços do estádio. A obra, que tem previsão de conclusão datada para 2023, promete a edificação de um prédio com cinco andares e quatro subsolos. Um centro de convenções, lojas e serviços de alimentação serão construídos, além de uma arena de eSports com capacidade para 2.000 pessoas. No restante do estádio, as reformas serão mais tímidas em questão de estrutura.

Nas redes sociais, amantes do futebol se manifestaram com tristeza. O caráter afetivo do Tobogã fará com que muitos torcedores vejam um pedaço de sua história com o futebol ir abaixo. O jornalista Demétrio Vecchioli, do Uol, publicou em suas redes sociais um vídeo de maquinas iniciando a demolição.

A liberação judicial da demolição do Tobogã foi possível pela estrutura não fazer parte da obra original, que é Patrimônio Público, tombado. O setor da arquibancada foi inaugurado apenas em 1970, trinta anos depois da abertura do estádio. Quando construído, também levou abaixo um clássico elemento: a concha acústica do Pacaembu.

Recentemente, o Pacaembu foi utilizado como hospital de campanha para internados com a Covid-19, em um mais um belo capítulo da história do estádio inaugurado em 1940, uma das sedes da Copa do Mundo de 1950, e casa mais tradicional do futebol paulista.

Profissionais da saúde no tobogã, com o hospital de campanha do Pacaembu abaixoEttore Chiereguini/AGIF



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