Como o Planeta Futebol Feminino chegou a PLACAR?

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Em nossa estreia tão esperada por toda a equipe do Planeta Futebol Feminino (PFF), gostaríamos de introduzir a equipe que vai, a partir desta quinta-feira, 3, escrever uma história que certamente será uma das mais desafiadoras ao nosso canal, nestes quase 10 anos em que respiramos o dia a dia do futebol jogado por mulheres. Quem somos nós? Nos apresentamos:

– Letícia Lázaro, 24 anos: sou apaixonada por futebol feminino desde sempre. Comecei jogando e nunca cheguei a ser profissional, mas o amor pelo futebol feminino continuou e busquei outras formas de ajudar a modalidade. Esse foi um dos jeitos que encontrei.

– Raffaella Carolina, 22 anos: o que me fez ir para o futebol feminino foi a forma como as jogadoras acabam superando os desafios no dia a dia e os diversos obstáculos que são impostos na sociedade. Com isso, me tornei uma pessoa melhor.

– Christian Maia, 23 anos: vi no futebol feminino uma porta para dar vez e voz a quem, até pouco tempo atrás, não possuía. Colocando em prática um dos principais pilares do jornalismo.

– Nielson Santos, 22 anos: assistindo as partidas da seleção feminina nos Jogos Olímpicos de 2008, ainda criança, criei uma rápida identificação com o futebol feminino e uma idolatria pela atacante Cristiane, o que me incentivou a seguir acompanhando a modalidade até hoje, em especial o futebol brasileiro.

– Duany Fernanda, 25 anos: sou publicitária de formação e escrevo sobre futebol feminino desde 2015. Como toda criança, sonhei em ser atleta. Hoje entendo que o esporte é muito mais do que o que acontece dentro das quatro linhas. Além do PFF, faço parte do podcast Passa No Dm.

– Rafael Alves, 36 anos, criador e editor-chefe do Planeta Futebol Feminino e apresentador dos podcasts e dos programas ao vivo da casa: estudei jornalismo, mas não concluí o curso. Há 10 anos crio conteúdo sobre futebol feminino, algo que sempre me cativou, mas desde 2006 me dedico a conhecer cada vez mais.

Estes personagens, apenas uma parte da equipe do PFF, ajudaram a construir uma identidade reconhecida por muitos de nossos seguidores, pessoas que admiramos e temos como referência. É o caso de Luciane Castro, nossa principal influência na dedicação ao dia a dia da modalidade praticada por elas – e que nos motiva sempre.

No 10° ano de nossa existência, estamos hoje, dando um passo antes inimaginável em nosso trabalho. O Planeta Futebol Feminino surgiu despretensiosamente, ainda como Mundo Futebol Feminino, para falar sobre futebol jogado por mulheres com mais proximidade, profundidade e tentando fugir do carimbo depreciativo na forma de se referir à modalidade. Ainda neste início, notamos que haviam outras pessoas como nós, que também queriam falar sobre o futebol delas, sobre o jogo em campo, discutir táticas, desempenho, conhecer outras ligas ao redor do mundo. O tempo passou, ganhamos seguidores, oportunidades, alguma certa visibilidade, mas ainda não o suficiente para deixar de ser um canal independente.

Por que a PLACAR?

Durante algum tempo, tivemos uma visão crítica (para dizer o mínimo), sobre a maneira com que a PLACAR ignorava ou depreciava as mulheres não só no futebol feminino, mas no esporte. Capas que ficaram marcadas como exemplo de atraso e um machismo latente. E isso já nos afastaria por muitos motivos.

A forma machista e depreciativa com que PLACAR tratou mulheres na sua história. Acreditem: nos envergonhamos todos os diasRevista PLACAR/Reprodução

No entanto, no primeiro convite que recebemos em julho de 2019, notamos o real interesse do veículo em se ressignificar em relação ao passado retrógrado. Assim, tivemos nosso primeiro contato, na edição 1453 da revista que destacava os melhores (e as melhores), jogadores (e jogadoras) do século 21. Na lista que destaca as mulheres deste período, estávamos lá.

Capa da Revista Placar com a jogadora Marta –Divulgação/Placar

No mesmo ano, em novembro, estávamos lá novamente, desta vez na capa da primeira edição dedicada ao futebol feminino em 50 anos de história da revista. Desta vez com grandes amigos que também contam a história e o dia a dia da modalidade, como Elas no Ataque, Joga Miga e Joga Delas.

É possível dizer que a raiz foi plantada, embora a PLACAR já tenha demonstrado o interesse de inserir a modalidade em seu periódico há alguns anos. Mas é fato que o veículo recém-cinquentão se rendeu ao significado que explica porque o futebol delas é tão especial. E diante disso, aceitamos o desafio de consolidar este momento de PLACAR.

A partir de hoje, toda quinta estaremos aqui contando histórias, revelando personagens, opinando… No ano em que o Planeta Futebol Feminino completa uma década de existência, é motivo de muito orgulho poder contribuir para que um canal tão importante na história do jornalismo brasileiro consolide o espaço a este futebol que, como qualquer outro, tem histórias muito especiais. Contaremos elas aqui.

Esperamos que vocês gostem!



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