Castroneves, o brasileiro esquecido, vence a Indy 500 e faz história

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A Indy 500, ou As 500 Milhas de Indianápolis, corrida que, ao lado do Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1 e das 24 Horas de Le Mans, forma a tríade das mais icônicas provas do automobilismo, foi vencida neste domingo, 30, pelo brasileiro nascido em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, Hélio Castroneves, que, aos 46 anos, estava na teoria aposentado da IndyCar Series, uma das mais importantes categorias do esporte. Castroneves, que nos últimos anos era mais lembrado por sua participação no Dancing with the Stars (programa de dança com famosos emulado pela Globo no dominical do Faustão), não só venceu a dura prova de 500 milhas (mais de 800 quilômetros de pilotagem) como fez isso pela quarta vez, entrando assim para um panteão no qual estão apenas três outros corredores, todos eles americanos.

A Fórmula 1 é a categoria do automobilismo predominante na Europa e no Brasil, mas, para os americanos, assim como acontece com o basquete, o beisebal e sua versão particular de futebol, o que mais importa são as corridas disputadas majoritariamente em seu próprio território, como a Fórmula Indy, Nascar e todas as versões duplicadas e derivadas destas. E não há grande prêmio mais emblemático desse espírito de competição local do que a Indy 500, prova disputada no circuito de Speedway, cidadezinha de pouco mais de 10 mil habitantes no estado de Indiana, no centro-oeste dos Estados Unidos.

O grande prêmio, com 110 anos de tradição, disputado quase ininterruptamente desde 1911, chamou especial atenção na abertura da fase de pós-pandemia, já que 135 mil espectadores, no circuito que tem capacidade estimada para 250 mil, vieram ver de perto o brasileiro repetir seu feito de 2001, 2002 (em um raríssimo bicampeonato) e 2009, pilotando um carro da Meyer Shank Racing e quebrando assim uma hegemonia de duas décadas da Equipe Penske. Neste fim de semana, enfim, um piloto brasileiro voltou a ser herói do automobilismo, repetindo seu gesto de celebração da vitória, escalando a tela do alambrado para saudar a torcida, o que lhe conferiu o apelido de Homem-Aranha vinte anos atrás.

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