Críticas da torcida e ‘briga’ com Diniz: como foi Tchê Tchê no São Paulo

Críticas da torcida e ‘briga’ com Diniz: como foi Tchê Tchê no São Paulo

Há pouco mais de dois anos, no dia 1 de abril de 2019, o São Paulo anunciava a contratação do meio-campista Tchê Tchê, pedido do então técnico Cuca, que começava o seu trabalho no Tricolor. O jogador, que estava no Dínamo de Kiev (UCR), foi comprado por 5 milhões de euros (cerca de R$ 22 milhões).

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O tempo passou e o São Paulo o emprestou para o Atlético-MG, tendo que lidar com uma dívida pelo passe do jogador e economizando na folha salarial. Com isso, o LANCE! te mostra como foi a passagem de Tchê Tchê pelo Tricolor.

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Não é mentira!
Como explicado anteriormente, Tchê Tchê foi anunciado pelo São Paulo no dia 1 de abril de 2019, em data conhecida como ‘Dia da Mentira’. No anúncio da sua contratação, o Tricolor brincou com a ocasião.

Com boa passagem pelo rival Palmeiras e vindo do futebol europeu, a expectativa gerada pela chegada do jogador foi grande, já que ele sempre foi reconhecido como um jogador polivalente e de bons passes.

Pedido do técnico Cuca
Assim como sua ida ao Atlético-MG, a chegada de Tchê Tchê ao São Paulo também foi um pedido do técnico Cuca, que trabalhou com o jogador no Palmeiras, sendo campeão brasileiro em 2016. O nome do volante foi o principal pedido na lista de transferências feita pelo comandante no Morumbi.

Na época, Cuca chegou ao São Paulo e ficou 45 dias ajudando o São Paulo a reformular o elenco e o planejamento para o restante da temporada, já que estava com problemas de saúde.

Cuca sai e Diniz chega: relação começou boa
Depois da saída de Cuca, em setembro de 2019, o São Paulo chegou a um acordo com Fernando Diniz, que trabalhou com Tchê Tchê no Audax-SP em 2016, quando foram vice-campeões do Campeonato Paulista. Sendo assim, o jogador era um dos homens de confiança da comissão técnica.

Nos primeiros dez jogos de Diniz no São Paulo, Tchê Tchê foi titular em todos, saindo somente na vitória sobre o Vasco, na penúltima rodada do Brasileirão daquele ano. A próxima temporada começou e o volante continuou sendo titular da equipe, jogando praticamente todos os minutos.

O episódio da bronca: ‘perninha, mascaradinho’
No meio da temporada de 2020, Tchê Tchê acabou perdendo espaço no elenco. O meio-campo do São Paulo encaixou com Luan, Daniel Alves, Gabriel Sara e Igor Gomes. Sendo assim, o camisa oito ficou seis jogos seguidos na reserva, bem no período que o time assumiu a liderança do Brasileirão.

Alternando entre o banco e o time titular, Tchê Tchê viu o desempenho da equipe oscilar e a situação se agravar de vez na derrota para o Red Bull Bragantino por 4 a 2. Na ocasião, enquanto o Tricolor já perdia por três gols de diferença, a transmissão captou uma bronca do técnico Fernando Diniz em Tchê Tchê.

– Seu ingrato do c…, seu perninha do c…, seu mascaradinho. Vai se f… – gritou o treinador são-paulino. O volante havia comentado com treinador que os companheiros estavam reclamando com ele em algumas jogadas.

No entanto, o volante foi o autor do primeiro gol são-paulino, ainda na primeira etapa. Porém, ele foi expulso na segunda etapa após agredir Cuello. O episódio causou tremores nos arredores do CT da Barra Funda e, coincidentemente, o time desandou, perdendo a liderança do Brasileirão e se classificando para a fase de grupos da Libertadores na última rodada.

Críticas da torcida, dívida e passagem encerrada
Mesmo sendo importante em algumas partidas na reta final da temporada, Tchê Tchê nunca escapou das críticas dos torcedores, principalmente na função de primeiro volante, já que, segundo os torcedores, ele não conseguia marcar bem os ataques rivais.

Diniz foi demitido e Vizolli dirigiu a equipe na reta final do Brasileirão, ainda com Tchê Tchê jogando as partidas finais como titular. Porém, após a chegada de Crespo, o jogador perdeu espaço na equipe e agora foi emprestado até maio de 2022 para o Atlético-MG.

Vale destacar que o São Paulo ainda deve o valor da compra do volante ao Dínamo de Kiev e busca um acordo com os ucranianos. Tchê Tchê encerra sua passagem no Morumbi com 95 jogos, 40 vitórias, 30 empates e 25 derrotas, com cinco gols marcados.

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